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sábado, 30 de novembro de 2013

'Black Friday' gera mais de 5,6 mil reclamações

A "Black Friday" gerou 5.602 reclamações dos consumidores em 18 horas da promoção – que teve início à 0h desta sexta-feira (29), segundo o Reclame Aqui. No ano passado, o site registrou 8.000 reclamações nas 24 horas da promoção, considerando todas as empresas.
As reclamações deste ano, no entanto, incluem o site e também o RA Chat, canal que integra os chats das lojas com o Reclame Aqui.
Por volta das 12h, a quantidade de queixas contra as dez empresas que lideram esse ranking já era recorde em relação à média diária de queixas contra essas empresas ao longo do ano, aponta o site especializado no recebimento de reclamações e termômetro para a reputação de empresas.
O Brasil reproduz, mais uma vez, um evento do consumo americano, a moda brasileira, que vem gerando ano após ano muitas críticas, pois ao contrário do que acontece no país que criou o evento Black Friday aqui às lojas subestimam a inteligencia do consumidor, e criam promoções pouco "ou nada" vantajosas!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Black Friday vem aí


Apesar das reclamações sobre maquiagem de descontos em 2012, o Black Friday, dia de megapromoções - cópia da tradição norte-americana - caiu no gosto do consumidor brasileiro. Com destaque para o comércio eletrônico, as vendas na data por aqui crescem ano após ano. Alguns varejistas prometem descontos de até 80% nesta sexta-feira 29 de novembro, e se preparam para apagar a imagem de ‘Black Fraude’ que ficou do ano passado.

O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) orienta os consumidores a pesquisar antes de comprar o produto desejado, inclusive nas lojas físicas. Segundo o coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, essa busca é importante porque já houve constatação da prática de maquiagem de preços pelas empresas, ou seja, o preço é aumentado previamente e no dia da promoção é ofertado o “desconto”. Ele ainda destacou que, para evitar compras por impulso, é preciso avaliar se é realmente necessário adquirir o produto.


Outra dica é a lista do Procon-SP com 325 sites que não são recomendados para compras online. Essas lojas de e-commerce acumulam queixas de consumidores e apresentaram irregularidades, principalmente a falta de entrega do produto. Antes de comprar, portanto, cheque as informações sobre o fornecedor.

EM

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